Desembargador manda Estado voltar a pagar pensões de viúvas de ex-governadores

Por decisão do desembargador Oswaldo Trigueiro do Valle, do Tribunal de Justiça da Paraíba, o Estado da Paraíba deve voltar a pagar pensões a quatro viúvas de governadores paraibanos: Marlene Muniz Terceiro Neto (R$ 12.661,00), Maria da Glória Rodrigues da Cunha Lima (R$ 11.403,00), Glauce Maria Navarro Burity (R$ 11.403,00) e Mirtes de Almeida Bichara Sobreira (R$ 11.403,00). Pela decisão, elas terão direito ao pagamento retroativo pelos meses que não foram repassados.

O magistro atendeu a um agravo interno protocolado pelas viúvas. No recurso, eles alegaram que não poderiam ser atingidas pela Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) que revogou a lei que disciplinava o pagamento dos benefícios aos ex-governadores. Isso porque o benefício, no caso delas, era pago com base em legislações anteriores e elas não foram enfrentada no julgamento do Supremo.

O pagamento havia sido suspenso em junho deste ano, depois que o Supremo Tribunal Federal (STF) determinou o cumprimento de decisão da Corte que revogou a lei que previa o pagamento de pensões aos ex-governadores.

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Assessoria

Com mais de 43 anos prestados à radiofonia paraibana, o radialista Cardivando de Oliveira iniciou a carreira em plena ditadura militar. Apresentador do programa BOM DIA PARAÍBA, na rádio Sanhauá, Cardivando é dono de uma audiência invejável.Cardivando Cavalcante de Oliveira, pessoense, radialista com mais de 50 anos prestados ao radialismo paraibano, iniciou a carreira no ano de 1964, em plena ditadura militar, no bairro da Torre, como locutor da Difusora Luso-brasileira, pertencente ao radialista Manoel Alexandre.Âncora do programa BOM DIA PARAÍBA, apresentado pela rádio Sanhauá, na freqüência AM 1.280, Cardivando foi o comunicador pioneiro, a colocar o ouvinte no ar através do telefone. No seu programa, são abordados diversos temas sempre com a participação do ouvinte. Dono de um estilo singular de fazer rádio, Cardivando de Oliveira é o criador do bordão: "Tu cai daí", ora utilizado por ele, sempre que um ouvinte comete um deslize, ou exagera num determinado comentário.

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